terça-feira, 31 de maio de 2011

Ecochatos: Ar pesado...

Estive o dia inteiro vendo pessoas incentivando o uso da hashtag "vetadilma" no Twitter/Facebook, etc... Alias, confesso até estar um tanto injuriado com isso, porque todos estão fazendo um baita barulho e espalhando asneiras que já haviam sido desmentidas pelo relator do código, Aldo Rebelo.

Não vou me estender, afinal, já são mais de onze horas da noite. Mas gostaria muito que os ecochatos que venham a acessar esse blog, dêem uma lida no "Coturno Noturno", que está em minha lista de sugestões. Posteriormente colocarei alguns artigos reelevantes. No entanto, ainda sim, deixo aqui um link: Artigo do Aldo Rebelo no Coturno Noturno.

E mais: Isso se aplica a qualquer movimento que possa vir dessa cambada de ecochatos. Sempre prestem atenção nos dois lados, mesmo sendo um conflito internacional.

Talvez poste algo mais completo depois. Mas agora deixo-lhes a reflexão.

Att.,
Pedro Pinheiro

terça-feira, 24 de maio de 2011

O nó de Higienópolis

Olá, leitores.

Torno a escrever aqui, desta vez sobre toda a questão da instalação do Metrô em Higienópolis e da questão da "Gente diferenciada". E digo: Tudo isso só confirma o fato de que o ódio natural que os brasileiros tem por ricos é facilmente inflamado.

Nestes últimos dias, só tenho ouvido pessoas fazendo piadas sobre a questão dos diferenciados, mas acho que deveríamos rever esse assunto com mais seriedade. Primeiro, vamos medir o outro lado, nos colocando no lugar dos "burgueses" (Termo que todos gostam de usar) de Higienópolis. Imagine que você tem uma família pequena (Por exemplo, pai, mãe e dois filhos) e more lá há 15 anos. É um bairro relativamente tranqüilo, e de repente aparece uma estação de Metrô, ambulantes, linhas de ônibus, muito movimento e eventualmente marginais. Imaginou?

Então, agora nós entendemos (Para quem conseguiu imaginar) o que eles entendem por gente diferenciada. Tudo bem, o comentário da psicóloga no artigo publicado em A Folha de S. Paulo pode parecer nojento, no entanto, gente diferenciada foi apenas um eufemismo, e creio que isso não foi bem interpretado pela maioria das pessoas. Não concordo integralmente com a afirmação da psicóloga, mas estou de acordo que nivelar por baixo não é a solução adequada. Parece que agora está na moda destruir os bairros "burgueses" para fazer justiça social.

E tudo alimenta esse completo ciclo vicioso. Ambulantes e marginais existem porque o país, nesse estado, não oferece meios para que as pessoas enriqueçam. E pior, para parecer que fazem justiça, achacam a classe média (Que eles chamam de ricos).

O resultado desse nivelamento por baixo todos podem ver: O Centro, a Avenida Rebouças, Bom Retiro... E é isso, no fundo, que os moradores de Higienópolis temem. E com legitimidade. No Brasil é absolutamente proibido você enriquecer trabalhando, todos querem um naco, e se você não compartilhar, é jogado em vala comum.

Tudo isso é resultado do pobretismo. A humildade do pobre e sua suposta "incorruptibilidade", no entanto, veja nosso congresso! O congresso, os políticos, que tanto criticamos são reflexo da nação. Ou seja, é tudo conversa. Não existe moralidade e ética sem que haja uma elite. E o que é a nossa elite? São os moradores de Higienópolis ou do Alto de Pinheiros? Não, absolutamente não. Elite é a família do Lula, elite são os donos de empreiteiras, elite são os banqueiros associados ao governo Lula. A elite está com o governo federal, e é uma elite de maracutais e manobras políticas, um terreno fértil para o totalitarismo.

O governo petista segue praticamente os mesmos passos de Hitler. Só falta agora escolher o alvo, digo, já está sendo escolhido, como podemos ver.

Mas perguntarão: O que diabos teria o governo petista a ver com Higienópolis? Ora! O PT está por trás de tudo. Sendo do governo, está ligado, por baixo do pano, a várias ONG's e pseudo-ONG's, assim como a pessoas que inflamam esse ódio a que me referi no começo. Todos riem-se, pensando ser isso teoria da conspiração. Mas a história já mostrou os resultados dessa perigosa política há 70 anos atrás. E esse é o rumo da América Latina, de um modo geral, sob a influência do Chavismo e do Foro de São Paulo.

Sim, de certa forma isso tudo está ligado a Higienópolis. E sabe de mais uma coisa curiosa? O PSDB, considerado "direita" pelo PT, e um dos maiores rivais, tem muitos membros importantes morando em Higienópolis, como é o caso do ex-Presidente da República Fernando Henrique Cardoso. Mais uma das muitas tentativas de desestabilização. Onde que isso irá parar?

Att.,
T. R. P.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Técnico II

Finalmente, as brisas de Maio anunciam o inverno próximo. Junto a calmaria do vento que esbarra nas janelas já empoeiradas da sala. Não há mais nada a se fazer sobre as inúmeras horas que se perdem com a distração do complexo. Tudo bem, sejamos mais positivos. Dir-se-ia que são as horas necessárias para te fazer um profissional. A-Ha! Grande farsa.

Tudo o que fizemos, até agora, foi dar voltas, voltas e voltas em torno de nós mesmos... Assim como um cachorro, que persegue a própria cauda. Entre códigos, florestas negras e linhas mal indentadas do código mental, não é possível mais discernir o que está nos adicionando algo ou apenas está desgastando os nossos já sobrecarregados neurônios.

Mais uma hora se passa. Já se acumulam centenas de linhas de cálculos e fórmulas, que, vez ou outra são misturados a uma pequena descontração. Só isso, no entanto, me manteve por tanto tempo privado as minhas preciosas seis horas longe do barulho, das telas brilhantes e do distúrbio progressivo.

Começa uma nova era, a era dos mísseis e torpedos dos celulares, dos posts-bomba, dos tiros twittados. É tudo muito rápido, rápido como o sono tranqüilo inexistente, rápido como tiros de metralhadora, ressoando pelo vasto território virtual.

Aprendendo a trabalhar mais rápido que a rapidez, fazendo dos sites, poderosos tanques de guerra, que esmagam o usuário com seus brilhos mal trabalhados. Este usuário, no entanto, gosta de ser esmagado, ao que parece. Cada vez mais bonecos de ketchup tomam o lugar de um usuário crítico.

Nesse desvio, o vento se torna uma chuva... Uma leve chuva no quintal, vidraça baixada, observa-se as plantas. São onze horas da noite. Em um lapso de tempo, você viaja em um texto, para morrer na rotina. Na rotina do Pascal, na rotina do real. Informatismos que inundam nossas mentes ocupadas de ver o tsunami multimidiático ao invés de notar a beleza as lisas notas da chuva ou do canto dos pássaros na preguiçosa manhã de uma segunda.

Mas para que ouvir os pássaros? O computador pode apitar, não é mesmo?

domingo, 24 de abril de 2011

Motor amoroso

Estive matutando por estas altas horas, e aqui estou, novamente, nestas brilhantes e cansativas letras digitais, escrevendo. Escrevo pois me chama a atenção a questão amorosa. Segundo Daniel, um amigo meu, o amor é uma merda. Concordo plenamente. No entanto, quando estamos fora de qualquer paixão, temos um problema: Um vazio.

Tudo bem, alguns podem dizer que esse vazio pode ser preenchido com conhecimento. Mas não, não há como. Como podemos fazer qualquer coisa sem aquele sentimento de que qualquer coisa que façamos nos torna mais merecedores daquela mulher que amamos?

Enquanto estamos apaixonados, reclamamos, hoje em dia. Afinal, nada é mais sério, nunca há um bom grau de correspondência, e nos deprimimos por isso. Mas nos inspiramos ao ver uma foto da amada. Isso nos dá uma força que, muitas vezes, nem nós percebemos.

Claro, tudo é melhor quando temos a correspondência, mas não podemos desprezar, de nenhuma forma, a força do amor não correspondido. Há quem diga, inclusive, que ele dura mais, pois não sofre o desgaste de uma relação "ativa".

Enfim, é só. Como disse, são mal traçadas linhas, mas não queria deixar isso passar em branco.

Abraços,
Att.,
T. R. P.

sábado, 23 de abril de 2011

Espaço sujo

Mais uma vez, como sempre, sujo o espaço verde desse velho diário eletrônico, depósito de mágoas e outras coisas mais. No entanto, pense... Como podemos nos expressar sem sujar folhas hoje em dia? Tudo é tão expresso. Tudo é tão rápido. Os prazos são tão apertados.

As pessoas realmente acreditam que se o mundo está acessível na palma da sua mão, logo você tem condições de fazer qualquer coisa muito rápidamente. Não pode. Antigamente, quando alguém escrevia, era muito comum consultar muitos livros, e procurar os trechos necessários para a pesquisa neles. No entanto, ninguém levou em conta que, mesmo sendo um trabalho demorado, isso era apenas uma fração do tempo necessário para a escrita. Afinal, precisamos do tempo necessário para transformar o conhecimento e informação contida nos livros em uma linha de raciocínio.

Além disso, muitas vezes a idéia não vem, e você precisa gastar um certo tempo para relaxar a cabeça. E isso não é frescura. Mas todos acham que sim, e então entenderemos porque o mundo anda tão improdutivo.

Pior mesmo é o fato de as próprias pessoas terem a impressão de renderem mais, ao estarem on-line todo o tempo. Mas não estão. Agora, citando o meu caso, estou no MSN sempre que estou sentado ao computador, no entanto, acho inconcebível fazer um logotipo ou preparar um site respondendo em tempo real o MSN. Mas todo mundo acha que é, e acham absurdo quando demoro para responder (Enfim, achavam, hoje todos estão acostumados). Mas isso é reflexo da alta capacidade de distração de nossa geração.

Diziam os nossos avós que, ao se fazer 90.000 coisas ao mesmo tempo, não se faz bem nenhuma. E os trabalhos dos dias atuais costumam apenas ratificar isso.

Pensem.

Att.,
T. R. P.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Tecnologia em nossas mentes

Ah, tecnologia. Em muitos dos meus posts me senti forçado a incluir a tecnologia no nível de realidade em que representei o ambiente. Inclusive, relendo posts antigos, escrevi isso em uma carta, direcionada uma pessoa especial para mim, tive a oportunidade de ver os tecnologismos nos quais incorri.

Sou contraditório, posso parecer muito adepto da tecnologia, de seus 'applets', sistemas e códigos, no entanto, sei que não havia nada mais fácil do que uma máquina de escrever. Convenhamos, a máquina de escrever nunca travou, e nunca travará, a menos que haja alguma sujeira no mecanismo. A tecnologia nos pescou, cravou anzóis em nossos desavisados cérebros.

Hoje é muito comum alguém fazer referência a alguma tecnologia ao escrever posts ou no MSN. Pauta nossos assuntos, assusta com o seu avanço, e substitui a religião, com a velocidade com que traz a informação. Entretanto, acho que isso prejudica em muito o lirismo, impactando algo de cunho objetivo em um texto que pretendia ser profundo.

Em suma, a tecnologia não é suficientemente profunda para ser colocada nesse tipo de texto, muitos devem concordar comigo que isso é horrível, mas posto isso só para dizer que acho o mesmo, só não econtrei melhores conotações para substituir os tecnologismos.

Att.,
T. R. P.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

O último contraforte do Ocidente

Bom dia, leitores...

Me sinto mal, não mal pelo resfriadinho insignificante, e sim pelo fato de que me emocionei, imaginando o exército fincando uma bandeira Brasileira nos escombros da Rocinha. Mas fiquei mais triste ao me tocar de que isso não acontecerá, e que ri-se da política ocidental. A esquerda ri, todos riem. Quando falei do programa espacial no curso técnico, virei motivo de piada.

Isto é uma nota curta, mas gostaria de expressar o quanto me deixa magoado o fato de sermos tão individualistas hoje em dia. As pessoas penduram símbolos de paz e amor em todos os lugares e pregam igualdade, mas para onde iremos? As pessoas não são iguais, cada um tem uma cabeça. Me sinto destruído nesse paraíso de ratasanas, em que você não pode nem estourar os miolos de um assaltante com uma AK-47. E há quem diga que defender bens materiais é pouco! Quero ver quem vive sem luz e computador hoje em dia. Quero ver.

Att.,
T. R. P.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Técnico

Mais técnico do que o mais técnico cara que conserta o seu computador. Mais técnico do que o pôr-so-dol. Técnico como qualquer coisa chapada... Tanto faz. O fato é que isto parece mais com o fim do mundo, sem ser superficial. O problema não é a internet ser bloqueada ou voltar tarde em si. O técnico tem coisas muito boas, entretanto, é ruim ficar se focando tanto em um objetivo que nem é o nosso.

Atualmente, no Brasil, isso se faz necessário. Você começa se focando, e depois encontra amigos que possam te carregar. É assim.

Me perguntariam, por certo, qual é meu objetivo... Respondo, pois, que é nulo, inexistente. Quero conhecer o que estiver ao meu alcance. O espectro humano é muito maior que uma simples área, que é a informática. Note, não desprezo, muito pelo contrário, mas sabemos que existem preocupações maiores.

Quanto maior o nosso espectro, maior a nossa possibilidade de propor soluções à tais problemas. Mas o brasileiro, entretanto, prefere se focar e ficar preso em um feudo, com 'segurança', do que pensar... Alias, não só o Brasileiro, isso parece ser tendência mundial.

Ao final desse post não sinto a chuva caindo na janela, nem o cansado sol da tarde fazendo-se refletir na tela do velho monitor de tubo, e sim o enjoado ruído do ventilador, aula, aula, aula e aula e estigmas. O tempo é nublado, mas não tão nublado quanto o leve frio que envolve o quarto nas tardes de outono. Isso cansa. E de pensar que reclamamos tanto... Lembre-se da máxima de Murphy: Tudo que é ruim pode ficar pior.

Att.,
Tadeu R. P.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Vendedores de Bananas (e soja)

Mais uma vez, mostro-me aterrorizado. Gostaria de estar escrevendo esse post em Londres. Mas atualmente estou escrevendo-o em São Paulo. Não que não goste da cidade, não gosto é do país, mesmo.

Esse cubículo, vendedor de comodities e bananas, república pré-chavista, ainda insiste em chicotear os seus habitantes. É horrível ter que generalizar os políticos, mas parecem ser iguais, sempre. Eventualmente, são construídos hospitais, escolas, etc... Mas, quase sempre, quem dita o acesso é o Q.I. (Quem indica) e a burocracia, a recorrente e maldita burocracia.

Orgãos aparelhados e inchados detonam os recursos do governo. Nesse meio tempo, Escolas continuam mal equipadas, E.T.E.C.'s ficam dependendo de recursos da A.P.M., você vai na Fundação de Odontologia da USP e não consegue tratamento porque "não há alunos", você não consegue tratamento de ortodontia porque "não há interesse didático", o trabalho intelectual é nivelado à vagabundagem, e os escritores que tentam refutar essa situação são hereges.

Mas para a Imprensa, é tudo colorido e agradável. Pessoas "versáteis", modernas, abertas, mais parecidas com Alphas mantidos pelo Soma ("O Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley"). Ninguém mais arrisca a estabilidade mínima atual falando que o bolsa família é puro assistencialismo populista.

Mas estamos aqui, sem ter dinheiro para o ônibus, tendo que mostrar toda a versatilidade, fazendo dois cursos por dia (alguns até três), e já pensando no vestibular. Todos precisam se focar, não é concebível que alguém conheça assuntos nos mais diferentes campos... Afinal, o super-especialista irá, provavelmente, fazer a tarefa mais atido com o assunto em que foi formado do que alguém que tenha poli-conhecimentos.

E, além do mais, é muito mais fácil pagar um super-especilista, afinal, ele só cobrará pelo servicinho quadrado dele, enquanto a pessoa que pensa irá cobrar o justo por utilizar sua força de trabalho (Sim, o cérebro é uma ferramenta) para fazer o melhor possível. Mas o "melhor", não parece ser mais necessário.

A alta experiência parece ser ridicularizada, e só conta se vier com um mestrado junto. Mestrado em [imagine a matéria mais ínfima da faculdade]. Estou farto. Se tivesse como, deixava esta terra de índios esquerdistas, vendedores de bananas e "amigo" (Imagine um sotaque sulamericano).

Tenham uma boa noite, e deixem esta terra devastada antes que seja tarde demais. Se isso não começar com a Dilma, será algum outro populista.

Att.,
T. R. P.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Reforma

Boa noite, leitores.

Já faz algum tempo que devo a mim mesmo, e também a vocês uma reforma neste blog. Não revelarei o que será feito, por enquanto, e também acredito que ninguém queira saber de suspense por aqui. Mas digo isso apenas porque não planejei nada sobre a reforma. Isso é necessário, entretanto. Porque sabemos que se na natureza o mar se encarrega de esculpir as pedras, na World Wide Web os designers, webmasters e blogueiros se encarregam de esculpir seus monumentos e textos digitais (Há um certo exagero em comparar o Flash com um monumento em pedra, mas foi apenas para explicar).

Estamos aí.

Att.,
T. R. P.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Objetividade

Sim, objetividade. Hoje as pessoas são assim, objetivas, imediatas. Nem acho que isso vá mudar tão cedo, mas queria deixar registrado mesmo assim, para que pelo menos saibamos o que perdemos em meio a isso.

Objetividade é um mecanismo simples de pensamento. Digo, um primeiro plano. Nesse plano está contido desde a escolha da barra de cereal, de manhã, atè a escolha de um curso que você quer fazer, se focando em um objetivo. Exemplo: "Estou sem dinheiro, marketing está dando dinheiro, portanto, farei marketing. ".

Nós perdemos com isso, as pessoas não fazem cursos ou faculdads para estudar e acumular conhecimentos sobre o mundo, elas preferem simplesmente viver suas vidas. Afinal, todos sabem que assim é muito mais confortável do que se matar tentando solucionar um problema de lógica. Por mais incrível que hoje possa parecer, isso é muito aceito hoje em dia, pois aqui é a terra do culto ao especialista.

E então, todo esse conhecimento fica fragmentado entre várias pessoas, e quando várias executam tarefas muito específicas, vai ficar meio difícil escolher alguém para liderar, afinal, qualquer um que seja escolhido, entenderá apenas de suas áreas. Resumindo: Será o completo fim dos "faz-tudo"'s das humanas (que, em certos casos, sabiam até um tanto de exatas). E, em contrapartida, surgirão apenas operadores do dia-a-dia, incumbidos da heróica (Me recuso a adotar o novo acordo) tarefa de desempenhar suas funções.

E os "faz tudo"'s restantes estarão por trás disso, pensando no suposto bem e uniformidade humana, assim podem deixar que o serviço de "zumbização" continue.

O problemas é justamente que, se isso é feito sem liderança, como cada especialista vai saber onde ele é necessário?

A objetividade também se aplica aos pensamentos rápidos, tais como "vamos beber uma cerveja?". Alias, os pensamentos do dia-a-dia são objetivos. Ok, todos nós sabemos que ninguém vai colocar Aristóteles ou Platão no meio disso, pois, como sabemos, quem tem casa/apartamento precisa constantemente pagar as despesas e comprar comida, e, certas vezes, verificar as contas.

Todas essas tarefas não são complexas, mas se tornam com a nossa péssima educação.

E o aftermath é o mesmo: Continuaremos burros e objetivos, e... Mesmo sendo corporativistas, sempre, alguma hora, vamos perceber que só se vence a zumbização com estúdio. Ao ver isso, já é tarde.

Boa noite,
Att.,
Tadeu

22 de Janeiro de 2011
São Paulo, Capital

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Tempo limite

Do alto da Ponte Eusébio... Do nascer do sol até o cair da noite. O vento tênue varre a poeira de forma precária de cada um dos ônibus e carros parados em uma tétrica seqüência, que combina irracionalidade com a falta de perspectiva de algo melhor. E então, o último raio de luz bate, deixando lugar à Lua, que teima em aparecer antes que nossa grande estrela incandescente se esconda de nossos horizontes para iluminar o dia e outros cidadãos.

O dia termina, deixando pessoas em suas casas, para alimentar um ciclo interminável, lutando contra o abafado sono, e quase amordaçado pela rotina diária. Nesse meio, em que o corporativismo impera e que prevalece o Q.I. (Quem indica), não há nada a ser feito, que não seja observar o lento passar das horas através de um sujo visor, que, há horas, o acompanha, sob suor e partículas suspensas. Tão suspensas, que certamente poderiam suspender a qualquer pessoa de sua rotina, tendo que tomar remédios para conseguir ao menos respirar.

E da janela de um ônibus, que pode ser, com justiça, de caminhão de gado. Na nossa mania de ser Livestock, está um conformismo brasileiro. E enquanto isso imperar, as partículas em suspensão vão continuar congestionando nossas vias aéreas, já emparedadas de dióxido de carbono. E mais um dia começa como terminou. Dentro da caixa de papelão sobre pneus, compactado feito fardo de algodão prestes a ser carregado em um trem.

Att.,
T. R. P.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Patrulha da madrugada

É, parece que não tem horário melhor para escrever. De dia não dá... É muita agitação, muita gente proferindo milhares de palavras de comando na minha orelha. Afinal, todo o "moleque" deve "fazer alguma coisa". Daí, se demorar...
- Ô, moleque, não ajuda em nada mesmo.

Não respondo, volto, abro um jogo, e fico dando golpes de lança no meu tempo, enquanto eu deveria estar lendo. Mas o fato é que não estou muito afim de fazer isso durante o dia... Tudo bem, tenho um amigo meu que tá em situação pior, em relação à paz no recinto. Mas, de dia, não faço nada que demande muita importância só pra mim.

Dessa forma, me tranco no meu quarto... 5h da madrugada. Hora de dizer algo, mas o quê? Nada. Muitos lêem o blog do raiozinho, mesmo que esporadicamente. Alguns vieram para ler e xingar muito no Twitter, outros vieram só para ler, outros vieram para olhar. Gostaria de agradecer à essas pessoas por fazer meu "trabalho" valer à pena.

Em algumas vezes, inclusive, as pessoas tem conselhos úteis. Nunca podemos deixar de prestigiar o trabalho da crítica.

Mas desse nada, citado no parágrafo anterior, saem textos como esse. De vez em quando eu gosto de mandar um sinal de vida para quem lê o blog, e faço questão de que ele seja minimamente bem escrito, porque eu sei que eu não falo com macacos. Ou seja, é isso, no final das contas, que eu eu venho fazer aqui às 5h.

O sinal de fumaça está dado... Preciso mandar um mensageiro ou posso finalmente dormir? Ok, já que o Blogger não responderá isso por mim, eu vou escolher a opção mais óbvia. Dormir.

Att., T. R. P.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Texto mal formulado

Aqui está mais um texto, passado diretamente no editor de Blogger, nem tive o cuidado de passa-lo no meu antiquado Word 6. Confesso que não tive paciência para escrever nada até que eu ficasse no meu quartinho, ouvindo música e tendo idéias à partir de minhas conversas via Messenger.

Um leitor reclamou do meu pouco volume de artigos. De fato, reconheço, posto pouco. Porém, já falei de quase tudo que me incomodava, tanto diretamente, quanto indiretamente. Se eu delinear mais algo aqui, tenho quase impressão de que será um texto redundante (Este provavelmente será, também), mas, para diferenciar um pouco, vou comunicar algo um pouco diferente do meu radicalismo usual:

Estou no mundo do "intelectual" Datena. Acho que é difícil de se ter uma dimensão em o quanto isso me deprime. Mas estou aqui, vivendo minha vida, indo para um colégio novo. Queria começar de modo diferente, e mandar um abraço, abraço antecipado... para os alunos do Guaracy Silveira. Não quero conflitos, não quero confusões, lutas por nacos. Quero apenas pensar. Pensar. Escrever. Eu quero ser uma antena de minha civilização.

Hoje não há muito espaço para isso, mas estou disposto a apostar minhas fichas nisso, e não mais em rusguinhas de colégio, e entrar nesse ano sem ressentimentos passados, e sem previsões de problemas futuros.

P.S. para um amigo meu: Amar e ser amado é a melhor coisa do mundo, talvez, mas não deixe que isso leve sua consciência, pois o mundo não consiste só nisso, como você mesmo deve saber, e de qualquer forma. Sorte, força!

Obrigado.

Att,
T. R. P.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Retrospectiva rápida de 2010, 2011 & Cidade

Olá, leitores.

Realmente, como podem constatar, faz muito tempo que não escrevo aqui. Ninguém deu pela falta, também... Já faz duas semanas que o nosso ilustre 2011 chegou, trazendo poucas novidades em relação à 2010, tirando o novo Belzebú de Saias e sua equipe de malfeitores, que veio substituir a equipe de malfeitores anterior. Meus amigos "não-politizados" perguntam "E daí? Ela não pode fazer um bom trabalho? " ou então dizem que não querem discutir isso, mandando logo um emoticon ":S" no final, indicando um profundo incômodo. Visto isso, não vou longe em falar de política, não vale mais à pena.

Sobre 2010, posso dizer que foi um ano bastante conturbado. Foi o ano em que tive que arcar com diversar escolhas que fiz. Foi, sem a menor sombra de dúvida, o ano que mais me ensinou coisas. Quando coloco-me para pensar nos erros, uma luz vem, da janela, em que, outrora, estivera escuro. Envergonho-me de muitas coisas escritas aqui, pintadas com uma veemência, com uma raiva, sem precentes, e que, no final das contas, resultou em um grande, como dizem na internet, FAIL.

Pois se existe algo que se aprende rápido quando se é jovem, é que não é possível mudar as pessoas, mas elas mudam mesmo assim, expostas à radiação de um sol, o sol do mundo delas, o pequeno sol que apenas elas vêem. Entendendo isso, chega-se à conclusão de que este blog representou o quartel do exército de um homem só. O homem que olhou, à luz do luar, e do quente sol do meio dia, indescências de pessoas que apenas pensam em seu pequeno existir, o que lhes satisfaz completamente.

Não me extendo, já publiquei uma carta pública pedindo desculpas. Me sugeriram estilos de texto, me sugeriram técnicas. Não me comprometo, entretando, a segui-las. Cada um tem seu jeito de escrever. Assim como um escritor do romantismo difere de um do arcadismo, o mesmo se aplica aos blogs, guardadas as devidas proporções. Por exemplo: Meu estilo, sentimentalista, humanista, não combina com o estilo despreocupado e atirado do blog "Ato ou Efeito" e nem com o jeito humorista e interneteiro do "Nãointendo"(SIC).

2010 passou assim, do ponto de vista desse blog. 2011, vai ser pior. Vai ser um vazio na comunicação. Escrever em público implica responsabilidades, entre as quais arcar com comentários e ataques de pessoas que não concordam, sendo assim, à partir de agora, vou ser tão arroz e feijão quanto a minha "flexibilidade ideológica" permitir. Pois é bem verdade que todos odeiam o Sarney, mas, como sabemos, as pessoas criticam a figura, e não o problema que está por trás dela (No caso do Sarney, coronelismo). Hoje as pessoas não vão além, e quem vai tem que se equiparar à quem não vai. Essa tendência não mudará nos próximos tempos. E, à medida que ela não mude, espere menos textos aqui.

Quanto à cidade, digo que fico um tanto triste com o jeito que ela é tratada hoje. A imagem que aparece inicialmente é daquela capital com orgulhosos habitantes. Mas o que se revela, na verdade, aos nossos olhos, é uma capital de terceiro mundo, desolada, revestida de concreto, cortada por rios poluídos, crivada de favelas em seus limites de urbanização (Não, Heliópolis não é urbanizada, chama-se, necessariamente, favela), milhares de carros soltando muito óleo, o qual respiramos junto ao "ar nosso de cada dia".

O que fizeram com o centro? O que fizeram? Embora a Paulista ainda faça parte do coração da Cidade, gostaria muito de ver o Centro da Cidade como área comercial. A especulação imobiliária cuidou para que isso não fosse possível por muito tempo. Visando vender mais e mais, montaram áreas fantasmas, lotaram de prédios. Algumas deram certo, como a Paulista, outras deram errado, como a Berrini. O problema do Centro é que as novas empresas se dirigiram para áreas de alta especulação, e o Centro estava sendo deixado pelas firmas naquele momento. Todas as atenções estavam direcionadas para os novos locais, com prédios modernos, infraestrutura de última geração, etc... (Embora, na Paulista, o Metrô só tivesse chegado em 91), e nesse meio tempo o Centro foi ficando abandonado.

Tudo bem, talvez esta teoria esteja meio falha, mas um fato é que essa deterioração se deve, também, ao pouco sentimento das pessoas que moram em São Paulo. Aqui é um centro econômico, portanto as pessoas daqui só trabalham para fazem sua vida, comprando seu carro e seu celular, não lhes importa que o Centro seja bonito, quando passam lá, não observam os grandiosos prédios do século passado, não comtemplam mais os prédios oficiais de um tempo em que a arquitetura importava, não, passam lá só para se dirigirem à Santa Efigênia, ou à outros locais. Até entendo que visitar o centro não seja exatamente um grande programa, mas quando for para fazer algo específico, preste atenção na beleza dos edifícios, que mostram o despontar de uma máquina econômica (Embora tenha acelerado pouco, desde aquela época até hoje).

Enfim, é isto. O meu texto deve estar horrivelmente ruim, pois faz tempo que não escrevo, peço desculpas, caso vocês achem isso.

E mais um recado final:

A próxima coisa que devo fazer, é esquecer do computador, ler "Os Lusíadas" (que já comecei a ler) e andar por aí, fotografando a cidade e o bairro, caçando lascas de um passado que não conheci, infelizmente. Talvez, nesse tempo, não houvesse voz para todos, nem para quem vos escreve, mas isso não faria falta, haveriam pessoas confiáveis cuidando do bem geral. Os anarquistas de plantão chamar-me-ão de ingênuo, mas isso é pontinha de uma sociedade que, embora não perfeita, funcionara muito bem.

Abraços,
Pedro Pinheiro

domingo, 28 de novembro de 2010

Treino para Conto - I

Cerveja, muita cerveja. Já parecia suco de laranja naquela altura do campeonato. Mal via um palmo à sua frente, mas mesmo assim levantou-se. Foi ao balcão e pediu uma cerveja, mas falou que não queria suco de laranja. Todos sabiam a causa, um cheiro, que não era estranho à nenhum herbanário, se fazia sentir. O bar estava cheio, mas as duas mesas vizinhas estavam vazias.

Levantou-se, pagou com uma nota de Cem uma conta de 80. Chegou à sua casa do mesmo estado em que se levantara da cadeira. Os pais não estavam em casa, enquanto sentava em seu quarto, apenas olhava em volta, como se os objetos se movimentassem. Lhe era estranho, lhe era agoniante, mas ao mesmo tempo fantástico, e insuficiente. Precisava de mais, mas não podia mais, seus membros pareciam não atender aos movimentos.

Seus pais chegam, o chamam para a janta. Em um trocar de palavras rápido, dá tempo de se apossar de um pedaço de torta e se sitiar no quarto novamente. Dorme, dorme muito. Ao acordar, está lúcido o suficiente para lembra que tem que dirigir à algum lugar, engole bolachas, se joga no carro da mãe e sai na frente do colégio. Já não é mais o mesmo, nesta terra ganha poderes especiais, mas nem se lembra como conseguiu isso.

Era trágico. Não conseguia se dissociar seu emocional, social e físico, não conseguia se isolar. Era um só, muito sociável, é verdade, porém apenas queria ter sua vida, ouvir sua música, ter sua mulher. Não tinha isso antes, e teve tudo depois. Abriu sua mente por métodos muito mais naturais do que os neorônios poderiam oferecer.

Em ser sociável tentava encontrar o sentido de sua vida. Isso lhe segura, lhe conforta. Mas ao final das contas, nem lembrava que havia um colégio, família e pessoas, lembrava só de algumas pessoas muito próximas.

Afinal de contas, talvez nem tudo isso fosse ligado dessa forma, mas estava tudo tão mesclado, que agora seria até o fim. Tudo isso foi pensado, estava sendo pensado, neste momento, em uma cama hospitalar. AIDS no estado terminal.

--

A força da mente é a mais importante de nossas forças.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Redenção

Este blog foi durante algum tempo um constante alvo de ataques e contra-ataques. Foi depósito de depressões mal escritas, travestidas de bem escritas. Ofensas reitóricas, porém sem fundamento. Feri pessoas que não tinham nada a ver com o problema, muitas vezes. Citei nomes quase que claramente. Poderia fazer uma lista de itens aqui. Poderia escrever o nome de cada um. Infelizmente não posso fazer isso.

Apenas digo que não apagarei os textos antigos, mas deixo claro que me arrependo deles.

Levanto a bandeira branca a todos.

Imagine there's no Heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people
Living for today


Imagine - John Lennon

Obrigado.

Att., Pedro

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

De tudo um nada, do pouco, um relato despreocupado

Amanheça e olhe para o relógio do seu despertador. Pense imediatamente que mais um dia não mata. Não custará suportar um pouco mais o que já acontece. Já fui preocupado com muitas coisas. Mudo agora. Minha política passa a ser a política do “foda-se”. O único jeito de sobreviver na ausência de luz é usando uma lanterna e não vociferando para que a luz volte.

Sobrevive-se nesses tempos sim! Cabeça para cima, corpo para frente, lanterna na mão, rifle da frieza na outra. Te chamaram de otário, escroto, gordo? Foda-se, o que vem dos níveis inferiores jamais pode influir em sua mente. Acredito nisso, e mais do que nunca à partir de hoje, o melhor método de lidar com ignorância é ignorar a ignorância. Você fala que sou burro, inseguro. Posso ser, mas você é um nada, fala isso por não ter mais no que reparar.

Falta do que fazer, problema sério. Porém vai um foda-se para isso também. Saiba com todas as letras: se quer ser idiota, a opção é sua. Colherás o fruto do que plantou hoje em outros dias.

Preocupo-me em quem se preocupa comigo, amo quem me ama, gosto de quem me gosta. Não estou mais nem aí para quem tenta me acertar com pequenas brincadeiras.

Bem-vindos ao novo mundo (:
Todos os inconformados, se unam à causa, e mostrem todo o seu “foda-se” diante de quem constantemente se recusa a entender.

\o/
T. R. P.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Já sei, já sei...

... vocês querem posts novos.

Infelizmente estou sem paciência para escrever algo de novo neste momento devido à falta de assunto mesmo. Para evitar looping, vou escrever primeiro offline, depois posto aqui o parecer mais "interessante". Peço desculpas pela falta de posts (Aos que costumam acompanhar de verdade).

Ah, e vou enviar o meu "projeto de blog" para um arquiteto, minha mãe é arquiteta. Quem sabe não seja aprovado e deixe de ser só um projeto. 8D (Awesome Face).

Att.,
T. R. P.

domingo, 12 de setembro de 2010

Blog do raiozinho: Um tanto quanto um depósito de depressões: Das funções de um blog.

Vlog, Blog, Slog, Alog, Podcast, que seja. A idéia básica de um blog é postar artigos. Um weblog pode ter vários propósitos, pode se prestar a finalidade de diário público ou crítica ao governo. Você escolhe (Se você estiver criando um blog, claro). A maioria das pessoas escreve sobre suas existências vazias (assim como eu faço), embora muitas dessas pessoas achem realmente legal escrever sobre a existência vazia. Tá, admito, eu acho. Mas isso é apenas porque o vazio da sociedade não dá pauta para temas importantes.

De qualquer forma todos criticam este blog apenas porque é um "Depósito de depressões". Oras, se eu só reclamo do mundo, é porque ele não tá bom. É impossível que alguém ache que está tudo certo. Se está achando, saiba: Mundo é muito mais do que você entende por mundo.

By the way, se você não gosta de textos depressivos, leia, mas não encha a paciência, ou simplesmente não leia. Ah, não adianta comentar no colégio o que escrevo aqui. Minha face de observador/escritor é destacada da face de "Aluno". Mesmo que eu esteja escrevendo um texto, serão dois modos alternados ao mesmo tempo (Alternância que diga-se de passagem não funciona bem, porque se perco a linha com idiotices alheias, demoro a retornar ao estado de consciência que utilizei para escrever o texto).

Mas tudo bem, não tenho mais forças para criticar tanta asneira. Meus textos políticos são taxados geralmente de "babacas". Meus textos criticando a classe média do CPU são classificados de "depressivos"... Os pessoais... Idem. Penso mesmo em encerrar este local, certas vezes, afinal é muito lixo de feedback. Não, os comentários eu geralmente gosto. Tirando poucos comentários idiotas, do tipo "Ô, Pedrão, assim não meu", do leitor "Alberto Alvis Corrêa" (Vulgo Pedro Lima Santos), costumo receber bons feedbacks, nesse aspecto agradeço a Patrícia, do "Odds & Ends" (Endereço nos recomendados, ao lado -->) e o Daniel Dutra, que nem tem comentado muito por aqui ultimamente, mesmo assim o endereço do blog dele se encontra ao lado, também (Embora os textos dele sejam na mesmo estilo desse, entrem e leiam também, é interessante).

Entretanto afirmo: Vou continuar escrevendo. Agradecimentos à quem me apoia!

Abraços,
Pedro T. R. P.

A good day

Acordei muito bem, eram 10 da manhã em ponto. Tomei café, e comi apenas um pão francês. Em saí para ir ao mercado, e no meio do caminho troquei uma abraço com a menina que eu amo, que bela coincidência. Depois, sem esperar muito, consegui usar muito bem o meu computador. Ele está rápido que nem um avião. Depois comecei a fazer meus trabalhos, fiz tudo em 15 minutos, era volumoso, mas a preguiça era inexistente, e era fácil de fazer.

Na Janta teve peixe, depois fui treinar os acordes na minha Gibson SG com amplificador Marshall Pré-Valvulado, e em duas horas treinei todos, tomei banho. E já estava pensando em treina-los de novo no dia seguinte. Não tive decepções, não tive problemas. Ainda fui na casa de uma amiga e a gente conversou muito bem. Recebi 3 mensagens legais no celular.

E a mina que eu gosto queria ficar comigo.

Bom, né? Seria, se fosse verdade. Forever Alone.

Att.,
T. R. P.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Cindo dias para dar dorflex à alma

Escrevo às 11h20, ao som de "chop chop" a cachorra bebe água e não posso deixar de mais uma vez escrever um artigo, apenas para constatar minhas constantes falhas.

Tudo bem, tentei variar, mas é óbvio que eu cairia nisso novamente. Não lembro qual foi a última vez em que pensei nisso, não lembro porque penso nisso o tempo todo. E seria extremamente hipócrita negar. Ainda gosto de você, ainda te amo... O que é sem dúvida letal ao coração, uma vez que é o tipo de coisa que não dá em nada.

Ligo o som do quarto, ouço Ramones, AC/DC. É, o de sempre... Só para o tempo passar mais rápido. Na manhã seguinte, me arranco da cama, coloco o meu All Star, corro entre cozinha e banheiro em um rápido escovar de dentes apenas coloco a mochila no ombro e retomo meus passos já percorridos no dia anterior, sempre em direção de um prédio cinzento, opressivo, em meio a construções toscas e mal acabadas que ofuscam o ideal de estética. Quando volto a mim, já estou no quinto andar. Ao afundar na carteira retomo o meu pensamento em você... Faço um vôo pelas nuvens e rasantes nos campos abertos, mas ao mesmo tempo lindamente arborizados... O cenário perfeito, o sentimento perfeito, só falta você.

By the way, você está a poucos KM's da minha casa, estuda no mesmo colégio que eu, mas não vai ler isso provavelmente... E mesmo que leia, no effect. De qualquer forma mantenho a minha escrita: "Eu vou falar, tente não me ouvir, contra a sua vontade ainda estou aqui" (Sugar Kane - A Máquina Que Sonha Colorido).

Agora mais 5 dias para descansar do opressivo cenário de guerra que é o Porto União.
Digo isso porque é irritante conviver com as diferenças... Essas diferenças são o X da questão. Algumas divergencias são plenamente suportáveis, desde que as pessoas estejam no mesmo nível que você, para que pelo menos você possa estabelecer um diálogo. Não existe essa possibilidade...

Pelo menos vou ter a oportunidade de viajar de novo ao extremo da cidade e zoar um pouco para apagar da mente os cabeças de bagre com quem tenho que rachar espaço, o que é realmente um porre para um intelectual.

Att.,
T. R. P.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Sobre "cumprir tabela"

Está na moda nos colégios. Todo mundo só cumpre tabela (não me excluo disso). Ninguém está realmente interessado com o que faz na feira... E em certos casos (como o meu, por exemplo), nem tem como estar. Ás vezes por causa dos companheiros de grupo, ou por causa do tema que o professor escolheu e você não sabe nada, por isso irá se f* para pesquisar. Ou os dois, o que é péssimo, óbviamente.

O que se faz nessa situação? Faz de qualquer forma... Afinal alguma nota é melhor do que nenhuma nota. Porém fica aquela dúvida... Se só cumprimos tabela, não estaria por acaso perdido o propósito original da feira, que é incentivar a leitura? Sim, se perdeu. Então nesse caso chega-se a um veredicito: Mais uma coisa para só cumprir tabela? Então por que não vai fora?

Ah, mas o colégio precisa fazer seu "papel social". E muito mais que isso: Precisa justamente cumprir tabela (Até aí) mostrando serviço aos pais... We're a happy family, isn't it?

Mais um exemplo de visão de mundo limitada.

Agora a pergunta que fará algum leitor argumentativo (São pouquíssimos aqui) é que não se deveria acabar com a escola, já que tudo é questão de cumprir tabela? Respondo: Não... Absolutamente não. O que se deve fazer é restaurar o interesse dos alunos pelas coisas que aprendem. Isso é um processo lento, certamente... Mas para isso precisamos fazer cortes: Tirem feiras e trabalhos alternativos... Mostre primeiramente como as matérias possam ser "bonitas" (Embora nem a minha pessoa ache isso nessa altura do campeonato).

O resumo da ópera é: Professores fingem que ensinam, alunos fingem que estudam, professores e a alunos fingem que agradam os pais, e escola finge que faz seu papel social.

Cabe eu citar uma única frase: "I wanna be sedated"...

Att.,
T. R. P.

domingo, 22 de agosto de 2010

23h30

30 minutos para o fim do dia... E pouco mais de 6 horas do nosso inexato tempo para o colégio. Blargh, não quero falar disso novamente. Haviam coisas a se fazer para manhã... Tarefas. Óbviamente fiquei sem fazer, afinal fui visitar tios lá na Vila Prudente... Voltei, e quando voltei já eram 6 da tarde. Querem mesmo que eu corra para fazer isso? Tá, eu tive tempo. Mas é muita coisa. I can't make it on time.

Agora, aproveito a onda... Assisto vlogs... E converso com cada vez menos contatos no MSN. A noite se afunila como que formando uma seta... Uma seta que indica a cama. 23h30 quer dizer isso. Pelo menos para mim.

Agora pense você o que é observar os absurdos do dia-a-dia e ter que achar tudo normal... Se você fosse um observador preocupado com o mundo, aturaria isso?

Att.,
T. R. P.

sábado, 21 de agosto de 2010

"Ah tá, haha"

Posto-me a frente das coisas e acredito que certas vezes essa possa ser mesmo uma resposta plausível a vários problemas que nos são relatados. Algo como dizer: "Ah, entendi agora... haha" (I Understand, but I don't care about this).

Mas pois é, não vou me extender na parte do significado. De qualquer forma algumas coisas no dia de hoje realmente "bugam" a minha perturbada mente. Primeiro é chegar na divisão do inferno (colégio) e ter que suportar o de sempre (Leia os posts mais antigos). E depois chegar no mercado e ter certeza de que já aniquilaram de vez o menor traço de cultura. Sim, algum desconto pela posição de trabalho do cara até podemos considerar... Mas o que você pensaria de alguém pedindo no balcão da padaria da seguinte forma:
- Me vê duzentAS gramas de mussarela, duzentAS gramas de mortANdela e dez pÃOs, por favor.
O que você pensaria? Fiquei horrorizado. Confesso que até o muito proliferado erro do "onde" me irrita, imagina essa atrocidade aí?

Voltei para casa... E ainda não voltei a estudar os exercícios da aula de violão (guitarra). Mesmo porque depois que voltei minha tia me fez ler uma reportagem sobre um cara da Globo que morou na Favela mesmo tendo dinheiro porque talvez fosse muito humilde... Ou porque houvessem vantagens por lá... Vai saber.

E assim as coisas vão me colocando fora dos trilhos... Pois como disse a Teté... Esses probres cheiram a coxinha... Pow, a maioria quer. Afinal hoje ser pobre ou pagar de pobre tá na moda... Isso você vê até no vestuário das pessoas: Bermuda, chinelão havaianas e camisa com estampa de surf, ou de vez em quando camisa da Ecko... Tudo bem, a marca não importa. Mas de qualquer forma ninguém deveria transformar roupa de praia ou de casa em roupa de sair ou ir trabalhar.

Eu uso bermuda... Sim... Muitos usam, não é ESSE o problema. Digo essas coisas porque sempre faço questão de colocar uma meia, tênis e uma jaqueta para ir até ao mercado. Não me misturo aos "manos".

Então isso me leva a concluir que realmente está muito fincada na nossa cultura essa questão do "pobretismo"... Vamos parar com isso... Quem é pobre não deve se conformar e se orgulhar, e quem tem dinheiro não precisa bancar o tosco, mesmo que seja só de brincadeira (como eu espero que seja em 100% das vezes, by the way...). Mas elejo um símbolo perfeito para o que estou falando: Regina Cazé. Chega, não precisamos de mais comunidades de pobre, já temos muitas.

Seguimos assim: Povo sem educação, pobres orgulhosos de serem "gente simples"... Onde vamos com isso?

"Mas sabe o que acontece?
RONALDO!" ¬¬'

Think about...

Att,
T. R. P.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Postagem do desenterro - II Edição

Mais uma vez fiquei uma porrada de tempo sem escrever. Na verdade é falta do que dizer mesmo. Já me manifestei em relação à minha amada, bem como meu pai, assim como manifestei indignação quanto aos tipos estranhos à minha volta.

Não gosto de loops, por isso fiquei algum tempo sem escrever.

Mas uma coisa está muito clara para mim. Há algo de errado no CPU, ou em mim... Algumas vezes enquanto estive no colégio ouvi a CBN... Mas poucas mesmo, e só por isso todo mundo diz que ouço a "rádio do trânsito". Não tem graça. Para falar verdade é bem coisa de adolescente babaca.

Estranhamente não existe entre alunos do CPU a capacidade de fingir que o cara não existe. Não sou respeitado nem com quem eu ando, para ver onde as coisas chegaram. Até fico de pé atrás de escrever aqui, pois um dos leitores me disse que eu precisava postar no blog, porque ele queria ter com o que rir quando chegasse em casa. Ótimo, ria com este texto.

Coxinha... Ah, coxinha. Fui muito mancada com a Teté na primeira feira do ano, eu sei... Mas acredito que o que estejam fazendo agora seja pior. Tudo bem que ela tivesse um preconceito teóricamente idiota... Mas pelo menos ela assumiu, e em parte até concordo com ela. Mas isso passa dos limites, e tornaram a expressão utilizada por ela em clichê... Nenhum de nós escapou quanto à utilização dele, porém já digo de ante-mão, é coisa de idiota. Não me estranha que todos a tenham criticado, hoje estamos pobrescos mesmo... Incluindo em cultura.

Deixe estar, enquanto S4F e Carbona for mais importante que o que vier mais para frente, e se preocupar com sociedade for coisa de otário, quem vai pagar por isso são eles.


Fica a dica... Nós, que temos cérebro, faremos troll face para os sacos de ossos, e também para os sacos de músculo...

"By the way", por enquanto continuamos nossa estrada em direção ao fundo do poço, Com Dilma nos TT's, com Serra comedor nos TT's... Tá difícil. Mesmo com o povo que eu ando, não posso nem pontuar a fala com as mãos... Vira tudo piada. Oratória, reitórica... Ninguém estuda mais a arte de falar bem. Agora falar malandramente é o que conta.

Mas "eu nââsci com cabelo enroladinho, cheio da cachinho na cachola" (Ou sei lá como se escreve), mas todo mundo canta isso, então deve ser algo muito imporante.

Abraços a quem merece,
Att.,
T. R. P.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Dia dos pais

Estava pensando no que escrever agora pouco... Já que o @pereinert também escreveu sobre os dias dos pais, fica também a minha homenagem atrasada.

Domingo foi um dia simples, de macarrão a alho e oleo (Don't ask me why). Porém foi um dia comum aqui em casa, como qualquer domingo, e justamente por isso escreve hoje.

Hoje o mundo é um lugar hostil à pessoas que tem cérebro. Para se dar bem hoje em dia basta ser um desmiolado com a arte da oratória, e não é a oratória que se aprende no Trivium/Quadrivium, e sim a oratória do povão... A lábia que faz o povão ficar grudado no canal 13 a uma dada hora da tarde. 400 mil reais para interpretar um personagem que, embora original, não tem nada de especial.

Sobre estas coisas, que este que vocês escreve publica aqui, é que conversamos tanto. Devo ao meu pai o fato de eu não ser um idiota pseudo-colírio ou jogador de futebol analfabeto. Foi me falando dos seus tempos de adolescente, de universidade e de aventuras pelos jornais e redações que fiquei sabendo de muita coisa a respeito da personalidade dele. Logo gostaria de desejar de novo um feliz dia dos pais ao meu pai e também formador ideológico.

Abraços,
T. R. P.

domingo, 8 de agosto de 2010

Relato de uma noite de Sábado

Enquanto os Ramones se encarregam de utilizar bem os poucos Watts do meu rádio, escrevo aqui no blog. Talvez eu preferisse imaginar o texto tocando Blues em uma SG conectada à um Marshall, mas por enquanto isso não é possível, mesmo porque não sei tocar.

Escrevi aqui um texto bastante sentimental nos últimos dias. É triste, porém já era previsível, que não teria muita utilidade, a não ser um vazio sem resposta. Durmi, durmi bem, porque realmente durmo melhor quando eu tiro o peso das minhas costas.

Pior ainda é saber que amanhã já virá o Domingo, para depois vir uma Segunda, e consecutivamente outros 4 dias de cão... Daí preciso ler livros para a feira... "Carolina Maria de Jesus"... Sem querer desmerecer o trabalho dela, interessante, sem a menor sombra de dúvidas. Mas não é projeto de uma semana, e muito menos meu campo de interesse. Para mim "histórias de vida" não comovem, e realmente preferia algo melhor para fazer... No entanto com tanto pouco tempo só tenho uma coisa a dizer sobre ler tal livro:



I can't make it on time
I can't make it on time
I keep tryin' and tryin'
I can't make it on time

I can't hurry and you can't wait
It doesn't matter 'cause we're already late
I can't get off the telephone
It always rings when I'm alone

You gotta wait wait
'Cause you don't need no one
Wait wait
'Cause you know that I'm the one
You gotta wait
Hey, hey, hey

Ramones - I Can't Make It On Time



Também acredito que sejam questionáveis as feiras do CPU. Ninguém está mergulhado no trabalho, ninguém quer saber de feira... Todo mundo só cumpre tabela. Sendo assim ninguém precisa ser falso e levar os pais separados no colégio e gritar "We're a happy family". Sério, estou com a paciência rachada de tanto ver isso. Se tem alguma coisa boa na feira é ver aquele bando de gente inútil se ferrar para apresentar algo que nem faz idéia do que é.

Sendo assim está lançada a recomendação: Texto pronto, decorado do melhor jeito possível... Joga 10 parágrafos e mata os pais de sono. Pronto.

Well, 5 dias de cão também significam: Não entender nada de Álgebra, especialmente se a professora enche a lousa de números, e além de você ter que processar a lógica numérica, ainda precisa traçar gráficos. Seria mais fácil se o colégio não fosse tão sacal, de uma forma geral.

"I Wanna Be Sedated"

Ainda continuando... Acabo voltando desse loop e pensando na cartinha que publiquei aqui. Talvez esteja muito fora do mundo. Devo ter morrido, e alguém deve ter esquecido de me avisar. O jeito agora é esperar algo acontecer para lá de 2013. Mas não quero falar do aspecto pessoal... Só mostro como o mundo está se conduzindo hoje. Rumando para a total falta de lógica. Logo concluo que está difícil falar com as pessoas, cada vez mais estamos vivendo em uma bolha flutuante, desisto, então, de tentar fazer com que as pessoas pousem. Pelo menos por enquanto.

Boa noite.
Abraços,
T. R. P.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Público (Uma carta à alguém especial)

Sei de tudo... Sei que ao teu ver sou apenas amigo, sei que ao teu ver sou apenas alguém que queres evitar. Infelizmente sei de tudo o que pensa sobre mim. Não, não fico espalhando lamúrias aos quatro cantos do mundo, no entanto fico um tanto quanto magoado.

Minha imaginação voou a 1200 quilómetros por hora antes de se chocar em um monte que não constava no GPS, se é que é permitida uma comparação. Não entendo como é possível uma pessoa mudar tanto... Não entendo, não sei o que fiz, se foi minha a culpa, peço sinceras desculpas.

Sempre quis ser pelo menos um amigo valoroso seu, se não desse realmente para ser mais que isso. Era tudo com que realmente sonhava. Alguém que gostasse de Rock, tivesse inteligência e além de tudo linda... Imagine... Uma rosa perfeita...

Amizade que se fortaleceu em poucos meses... Éramos bons amigos. "*-*" ou "te amo" eram expressões comuns que trocávamos.... Dócil e mansa, assim como o vento em uma tarde de outono, que varre as folhas espalhadas na consciência, mas que além disso as organiza.

Ao som de uma tirada de blues perfeita de uma guitarra gasta com o tempo quem sabe? Não há ninguém que valorize tanto suas qualidades... Sua afinada e bonita voz e seu perfume servem de ticket para uma viagem sem fim nas altas frequências da minha mente.

Tudo que eu queria lhe dizer é que te amo. Você é a mais bela flor a ofuscar meus sonhos ao som dos relâmpagos contrastando com o rock'n'roll tocando no rádio. Tudo de que lembro é de você. E me resta apenas uma grande vontade de te ter nos braços... e dançarmos... e cantarmos...

Ah...

domingo, 1 de agosto de 2010

Agosto

Ah, Agosto... Mês do Desgosto. É quando finalmente você volta às aulas e tem que aguentar na TV anúncio de promoção de volta às aulas enquanto os pais correm para comprar o material para a segunda metade do ano.

Enquanto isso você já vai pensando que acaba seu tempo de paz e entra de novo na tensão. "Será que aquele trabalho é para amanhã", "PQP, não fiz a tarefa de aritmética". Quando na verdade você está com a situação sob controle e acha que não, ou vice-versa. "Overtensão" das aulas.

Mais uma vez em contato com as figuras fálicas, carregadores de roupas e outros tipos envoltos em panos, escutando música Eletrônica. Paciência, são os tempos. Resta se contentar com o fato de que o Rock nunca morre (Só envelhece). E essas outras drogas passam rapidamente. De resto não tem nada de bom ter que ouvir o "putz putz tarata putz ta"...

Ouço Ramones, Funk (Funk de gente, não "as novinhas") e AC/DC. Enquanto isso vamos levando o resultado do empobrecimento cultural nas costas. Às vezes penso que foi até a geração Rock (Eu curto, Rock, mas...) que gerou isso, com coisas como Pink Floyd (Que eu curto também, mas...) dizendo que deveríamos derrubar as paredes, que não precisamos de Educação.

Taí, os frutos acabaram sendo até os estilos ruins que surgiram. Será que isso tem concerto? A menos que criemos um movimento para revitalizar a cultura, acho que não é muito possível.

Att.,
T. R. P.

sábado, 31 de julho de 2010

Testando máquinas

Meu vizinho dá aulas de guitarra. Tá, não é tão vizinho assim... É algumas casas depois da minha. De qualquer forma fazia tempo que eu não via ele e o pessoal lá, acho que ele nem tocava guitarra ainda... Ou sim. Anyway, falei com eles esses dias, daí o cara veio em casa, apresentei minha Giannini e depois ele me chamou para ir lá no estudiozinho dele... Digo, quartinho. Havia um Marshall pré-valvulado, dois sofás, um amplificador de baixo e o computador. Ambiente legal para qualquer músico.

De qualquer forma cheguei lá com a minha guitarra meio fora de condições e não sabendo tocar nada mais do Blitzkrieg Bop (Bom, não sei ainda hm). Mas o legal é eu tive oportunidade de ver como funcionariam as aulas... Coisa que eu realmente preciso fazer para ter base. No entanto algo engraçado aconteceu, percebi que de fato eu gosto mais do Baixo. É antigo já... Sempre quis tocar os dois instrumentos.

De qualquer forma foi um dia legal para testar a parte elétrica da minha Giannini e ver que está tudo ok com ela. Acho que agora não haverão problemas para eu começar a tirar alguma coisa com a minha guitarra, exceto pela falta de um amp e da corda... Porém isso será providenciado em breve.

É legal trocar experiências com outros guitarristas, por mais que o que cada um fale uma coisa (Digo isso quanto a marca de cordas, tamanhos de palheta, modelos, amps, etc... etc...), mas acredito que isso seja normal, uma vez que cada guitarrista se adapta com o equipamento que lhe servir melhor.

Abraços,
T. R. P.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Para terminar

Ao som de AC/DC, com o álbum "Flick Of The Switch" eu escrevo algumas coisas aqui. Um leve vento varre o quintal, enquanto eu sinto um calor em tempo nublado. Tenho vontade de dormir com a janela aberta, mas não dá. Em uma metrópole onde vale "Cada um por si e deus por todos", e onde o crime é um constante risco resultante de uma força policial falha, é de suma importância que eu mantenha a janela fechada. De música em música de minha playlist vou ouvindo sem prestar atenção na letra. Um barulho de funciona como força motriz. Força motriz das engrenagens do pensamento.

Pode parecer incrível, mas eu trabalho mais com música, se gosto da tarefa que estou fazendo. Do contrário a música me desvia.

Limito-me a observar de longe o que acontece a minha volta, por mais que eu esteja perto. Ás vezes chego a pensar que não há propósito para escrever, ou para tomar nota. Mas experimente analisar o que você menos gosta. Não dá vontade de escrever algo e mostrar ao mundo o quanto você não gosta? É. Bom é quem consegue fazer isso de modo irreverente, sem disparar uma arma de fogo, ou 3 ou 4 impropérios.

Às vezes a força que garante isso falha. Ás vezes? Não, quase sempre. "The KKK took my baby away from me"... É e depois acabei ficando no mesmo estado, depois de tanto esperar o final. Situação que dá raiva. Mas tento manter a calma, porque é o tipo de coisa que acontece a todos, e o mundo não vai acabar por causa disso. Claro que todos gostaríamos que fosse diferente. Mas sempre há um primeiro acerto... E se você quer um acerto, fique preparado para os erros, você aprenderá com eles.

Processo demorado, no entanto eficiente. Eficiente mais ainda se combinado à experiências alheias, que podem te ajudar a não cometer os mesmos erros. Mas não vá pensar que você está na auto-estrada para o inferno assim que tomar uma negativa... E nem que está na escada para o céu enquanto não tomar uma. Fiz isso e fui para o inferno, admitir sempre é bom. Por mais que não funcione às vezes.

Mas só essas coisas visitam minha mente às 1h33. Fracassos... fracassos... fracassos... Volta às aulas... Mas como tudo tem seu lado bom, você pelo menos ficará menos isolado em casa e falará mais com os amigos... Tem então uma chance de apagar um pouco os acontecimentos ruins. É.

Abraços,
T. R. P.

Antes da cama, um post

**Texto não muito reflexivo, meio mal escrito e impresso do cérebro... 01h20 AM, campeão!**

Combinei comigo mesmo que hoje eu não poderia ir muito longe na madrugada, pois mal virará o fim de semana e eu já estarei em aulas. Isso é péssimo de vários modos. Ficou pendente a compra do encordoamento (Desde meados de Jukho), ficaram pendentes meus projetos no OpenTTD, ficaram pendentes... Ah, nem quero lembrar. E fiz coisas que eu nem poderia ter feito nas férias. De qualquer forma, quando o colégio torna o seu tempo letivo pesado você tende a ser menos produtivo nessas coisas.

O fato é que hoje a juventude é estranha. Por todo o lado você vê sacos de ossos rebolando ao som do... rebolation. Bem como rappers de rádio no ombro (tá, modo de dizer, hoje eles tem MP3). Enfim, tudo o que se considera meio "underground" tá fazendo sucesso com a classe média... Assim como foi com o rock, tá sendo com esses lixos aí... Porém acredito que o rock mereça mais respeito (E MUITO MAIS) do que qualquer Restart, bufalo bill ou mc zóio de gato.

Mas o mais engraçado é observar os tipos resultantes disso. Imagina só um cabelo que parece uma tigela invertida, moldada por um boné sem regulagem. Certo, agora imagine que a borda da tigela esteja bem na linha dos olhos do cidadão... E eles ainda utilizam uns panos (Deve ser, ou não, sei lá), porque roupas mesmo com certeza não são. Tais panos dão uma aparência de bufões a esse pessoal. Daí você tem palitos com banhas de pano terminados em uma tigela. Daí desça no pátio e veja uma turminha deles dançar ao som de um PSY. Sim, acho que o cidadão se move mais do que parece, pois a roupa oculta uns movimentos dele.

E então os tipos de dança? Jump, Roll(Existe?), Rebolation (É, tem dois tipos, e essa existe mesmo), Demoneition, Diabration, Avacalhation, playstation (Yeah, PLAYSTATION! PLAYSTATION!), e por final Jump and fall to wreck the ground and the head. É, nomes técnicos em inglês, meu camarada.

Existem outros tipos análogos... Um outro usa o mesmo método da tigela, só que parece uma salsicha com capacete... Adquirindo um certo formato "fálico". Inclusive usando umas camisas justinhas. Justinhas, sabe? Pois é... Justin deve ser uma dessas salsichas, só que ele canta que nem criança e daí se torna um tanto mais gay.

Mas é tendência... Tigela tá virando padrão. Vou deixar meu cabelo no estilo Ramones... Cabelo emo tá na moda E EU NÃO QUERO PARECER UM REMÉDIO PARA OLHO! hahahaha

Anyway, é só isso. Retratos das figuras do colégio particular. Tem gente que gosta, né? De qualquer forma estamos aê, sobrevivendo. É sempre muito bom encontrar a turminha do rock, é gente que ainda tem um pouco de tutano. Good bless, Rock'n'Roll! \/,,

Att.,
T. R. P.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

6 da manhã

6 badaladas mortais para o sono e ameaçadoras para a semana de aula que se aproxima. Entendo que realmente não deveria estar aqui, porém, já que estou, comento aqui as histórias da madrugada.

E chega a ser engraçado como uma pessoa pode assumir diversas personalidades dependendo do lugar onde ela está. Mostra bem como o lugar influi no psicológico da pessoa de acordo com as forças que ele aplica nela.

Enquanto em São Paulo podemos conversar sério e brincando normalmente, sem passar dos limites, como que sentados em frente á uma lareira em um dia de frio, como bons amigos. Outrora, em outro lugar, distante, 163 KM, um lugar próximo ao Acre, provavelmente (Entenda, foi uma hipérbole ¬¬'), as conversas se dão do mesmo jeito que aqui, porém de uma forma que realmente sejam distantes, dando a idéia de que você se estressou com algo no lugar em que você está, porém isso não é claramente manifestado...

E também há um conformismo sério com as situações locais. Tão sério que impede que a pessoa que figura em frente a lareira não possa aparecer com tanta frequencia, pois prefere um lugar com pouco mais que 90 habitantes (Ou não sei quantos mil). Não digo que seja por um motivo idiota, até entendo... Gostaria que fosse menos volátil.

Forças do interior: Mudam a pessoa e agem como imã.
Não, esse post não é para o entendimento de todos.

Abraços,
T. R. P.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Blog Indicado: Blog do Dan (É, ainda tá sem nome)

Tenho dois blogs para indicar, ambos estão começando. By the way, aí vão eles:
Blog do Daniel Dutra: É, eu sei que o blog dele não tem nome, mas ele está começando agora e nem sabe se vai usar o endereço que ele escolheu. Mas é mais um blog começando, vale a pena.

Abraços,
T. R. P.

Nothing to say, nothing to write

Jurei à mim mesmo que precisava postar algo aqui hoje. Precisava, pois esse recesso foi cheio de acontecimentos incomuns. Incomuns, pois não posso os rotular de "engraçados" ou "curiosos", afinal a mim mesmo só coube assisti-los, mesmo os que foram inerentes à minha pessoa. Contarei-os fora de ordem.

É engraçado como tudo acontece no pior momento possível. Maquele final de recesso em que você já está bem desanimado por ter que voltar ao colégio, eis que acontece algo para te deixar mais baixo do que uma triste e só alga na planície aluvial do nilo após a vazante. É, certamente qualquer um pensaria que esse é o pior momento para o Microsoft Messenger existir. Mas ele existe, e por mais que te ajude, algumas veze vai te prejudicar também. É, internet é isso. Ela não sintetiza 100% da vida social. De qualquer forma você vai tocando devagar no assunto, não é direto, a primeira instância... Percebe que isso não dá efeito, e como resultado de uma convulsão mental, você É DIRETO, e pronto, perceba como uma pessoa pode ser cruel com quem a ama. Tudo bem, isso é normal, e vai acontecer com todo mundo, porém é algo que vai te chapar durante um tempo, depois volta ao normal e você ganha as faculdades de decidir o que fará em seguida.

Fora isso, também tive a oportunidade de aumentar o contato com um casal amigo meu, que realmente gostei de unir. Porém isso teve seu lado ruim. Sendo solteiro e amigo de um casal você tem predisposição a ganhar o trófeu parafina (Você só precisa de um esqueiro para ascende-lo, e lembre-se de não fazer isso no Cinema - qualquer cinena - e nem no Shopping Osasco). O esqueiro é barato, o trófeu parafina também. O que é impagável mesmo é a sensação do momento. Sua cabeça gira e você faz a si mesmo perguntas idiotas. É, mas isso também passa, assim que você deixar de ser uma vela solitária. De qualquer forma eu já fazia tempo que eu não me comunicava com eles pessoalmente, e acredito que a comunicação pessoal é de fato a única forma de você colocar os assuntos a par, e ter uma melhor impressão das pessoas, o que o MSN não fornece. As duas semanas que marcaram os meados de Julho foram boas. Yeah! Também gostaria de mandar um abraço para o casal from hell heaven e dizer que torço por eles.

Foi muito bom passar de ônibus pelo Grajaú, e deu para ter uma idéia do bairro. Particularmente não gostei das pessoas (Calma, achei as meninas muito bonitas), mas acho que as pessoas não se preocupam mais em andar bem arrumadas mesmo, é uma tendência. O bairro é humilde, revela que não há uma grande preocupação com arquitetura, e torna-se um retrato do que se tornou a vida urbana hoje: sobrevivência em uma selva de concreto. Interessante conhecer os diferentes pólos de uma realidade. Por mais que ela não seja o que mais desejaríamos. Good bless, 6041-10 (Só esperava que fosse um ônibus normal ao invés de um micro-ônibus).

A guitarra também foi uma boa nova nesse recesso. Já tocando meus primeiros acordes, consigo até tirar algumas músicas, na época que eu peguei ela eu queria me "sentir menos inútil". Não que eu fosse mesmo, embora minha "utilidade" seja escrever textos aqui ou... conversar com os amigos... De qualquer forma nem posso falar nisso, afinal 15 anos é muito pouco para afirmar coisas desse nipe. Mas não foi em má hora. A guitarra me deu um ânimo, embora esteja dando algumas dores de cabeça, como cordas estouradas e a falta de um amplificador (Semi-Acústica é o que há). By the way,good bless, Giannini. O jeito é nunca desistir. =)

E algo que aconteceu no início das férias. É engraçado até lembrar disso. São elas... Palitos ou não, formas muito atraentes, ou muito magrelas. Sempre ao fundo da sala. Tem como perfil a troca da informações de utilidade pública no Twitter com outras amigas. Como por exemplo: Um plano de fundo de um artista com cara de mecânico. É justamente essa informação: Previnir a página antes que ela quebre seu monitor. Achei engraçado elas comentando e resolvi fazer um brincadeira, claro que eu acabei bem desmoralizado ali, mas não importa, o importante é só observa-las. Também descobri que meu blog era um projeto de blog. Mas o bom é que ele é um projeto bem delineado e legível, e não só um punhado de frases de 130 caracteres. Por isso eu gosto do meu blog, porque ele é um projeto sem objetividade. Good bless, Blogspot. Não me importo com as palavras provenientes do fundo, limito-me a observa-las.

E para quem teve paciência de ler inteiro, um obrigado... Sei que faltou algo nesse texto, mas tento mudar um pouco minha orientação, que estava sendo puramente de ataques pessoais. Realmente não quero que esse espaço se torne um saco de lamúrias, ataques e frustrações. É pra ser texto, e se é público, que ele seja interessante à todos.

Obrigado mais uma vez!
Abraços,
T. R. P.

domingo, 25 de julho de 2010

Alguma coisa sobre cinema: Toy Story III

Antes que eu me esqueça de escrever, pois assisti esse filme na Sexta, vou falar algo sobre o Toy Story... Antes que alguém comece a zoar porque eu tava vendo um filme "infantil", sugiro que veja o filme e também, pois é muito bom, e não é o que se assiste ou o ouve que define o que é a pessoal (A menos que ela ouça ou veja coisas idiotas, tipo Restart O_o).

De qualque forma, acho interessante esse tipo de filme. E uma característica desses tipos de filme é que eles tentam mostrar de jeito compreensível às crianças o que seria um regime duro. Ali você pode ver que a creche é um tipo de Cuba ou USSR... Claro, um pouco menos que isso, afinal a criançada quer ver a trama, e não os detalhes de um sistema. Dr qualquer forma, qualquer criança que veja vai ter a possibilidade de entender o que um fugitivo enfrenta. Claro que nessa parte o filme foi mais para uma "revolução", em que eles conseguem salvar os brinquedos da creche causando um "colapso" no governo, desmoralizando seu governante (Um urso roxo cujo o nome me foge agora).

Ou seja, vale a pena assistir, até porque, além disso, a história é muito bonita, e mostra ali aqueles valores que nunca podem faltar em um bom filme para os pequenos: Perseverança e persistência para alcanaçar seus objetivos... Bem como a amizade.

A única coisa que pega no Toy Story, pelo menos no meu ponto de vista é que o brinquedo seja o melhor amigo do cara. Ah, está ok, tudo bem que certas vezes um objeto "inanimado" pode trazer diversão e realmente não ser perigoso... Daí você chamaria ele de amigo. Mas não vi os outros 2 filme e não tenho como saber se ele é tão anti-social quanto eu realmente pensei. Ou tanto quanto eu (Não, ninguém é tanto quanto eu, haha).

Taí, ao inves de gastar tempo assistindo Crepúsculo, vá assistir algo que preste. Garanto que Toy Story 3 é muito mais realista do que Crepúsculo. Por quê? Assista o vídeo do Felipe Neto sobre o assunto:



Att., Pedro T.R.P.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Let There Be Rock

Notinha rápida... Agora posso me considerar apto a aprender algo e ser menos inútil. Tipo, agora eu tenho uma guitarra =). Aprendendo a tocar e a compor alguma coisa, quem sabe eu deixe de ser bahiano (Zoeira, Pitombo =p)... Digo, deixe de ser pedreiro e comece a atrair as minas como gente normal, ou seja, o cara chato do violão. hahaha

Não, brinks... O fato é que já tenho planos de escrever algumas músicas e toca-las também, isso me fará uma enorme diferença, uma vez que música pega mais do que prosa, e quando você menos se dá conta está repetindo uma música que nem reflete o que você pensa, e acaba sendo útil para divulgar a causa... Sem contar que eu gostaria de fazer uns covers, principalmente da minha banda predileta: AC/DC.

Up the Irons! \,,/

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Issued, May, 19th

Novamente... Notas pessoais.

Alguém conhece algum método de separação para remover uma determinada pessoa diferente de uma substância (composto) de HP+BSD+PUP?

domingo, 11 de abril de 2010

Por que o mundo...

... é de pessoas sem sentimento? Por que o músculo cardíaco hoje é trocado pelo muque? Por que barriga é sinônimo de escroto? Por que as pessoas não respeitam as diferenças? Por que a sociedade, hoje em dia, pega, mas não namora? Por que mulheres inteligentes ficam com caras popularinhos? Por que o mundo mudou tanto em pouco tempo? Por que as pessoas não se importam mais com a sociedade? Por que achamos que somos pessoas esclarecidas? Por que nossa mente é falsamente aberta? Por que as juras de amor são tão enferrujadas? Por que temos que mostrar quem somos pelo físico e não pelo mental? Por quê?

Linhas e mais linhas...

...inimigas, linhas e mais linhas amigas... De um grupo seleto de combatentes a ponto de ser atingido por uma lança certeira, escapar do golpe é opção única, erro inimigo é uma impossibilidade iluminada. A um passo de se salvar ou de morrer. Resultado de uma ação de ataque. Tudo acontece em segundos.

sábado, 10 de abril de 2010

O que fica

Muitas vezes todos já devem ter visto eu reclamar de meu colégio... O Porto União. Mas algumas coisas ficam na gente, como essa foto, por exemplo... Ano passado foi o ano do cão para qualquer estudante, que assim como eu, não se enturma fácil. Jamais imaginei que algumas pessoas fossem lembrar de mim por mais que alguns meses.

Me refiro as duas primeiras pessoas da foto... A Érica e a Momi... Vocês também me fazem muita falta, por mais que eu nunca tivesse assunto, ou que eu acabasse nas zoeiras da turma... Relax, isso é passado. Amo vocês :) .

Att.
Tadeu R. Pinheiro

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Sobrevivendo ao tempo

Esse blog certamente é a prova documentada da minha existência na Web, já que por todos os outros aspectos ela é totalmente questionável. Também documenta bem as fases, embora elas sejam pouco definidas. Talvez este blog, como nenhum espaço que eu tive na internet anteriormente ou posteriormente, tenha me sido tão útil, razão esta que me faz mante-lo. É um lugar em que eu posso publicar coisas por desencargo de consciência, se eu achar que, todavia, elas interessem a alguém.

Há pessoas que estão pensando mais nos assuntos sobre os que eu falo aqui ultimamente do que eu... São poucas, mas não pouquíssimas. Quando converso com elas, eu ponho-me a pesar o que foi dito com o que aqui escrevo, e realmente, o que escrevo aqui pesa bem menos. Pra mim, o que tem valido mais foi o esforço de relatar tais agonias, e com o advento da Web, ficou muito mais fácil fazer isso.

Outra coisa, pra mim isso é se diferenciar dos alienados da minha idade, a maioria nem quer saber dessas coisas. Alias, para entender o que aqui escrevo, é preciso entender primeiramente no estado em que eu me encontro. Não enamorado por circunstâncias inerentes à outra pessoa, e o que está unido à ela. Bem como reduzido à indissociável condição de N.D.P. (Já expliquei esta sigla aqui no blog, dê uma garimpada nos meses anteriores, por favor), então este lugar é para mim um armário onde guardo meus textos e que eventualmente alguém vem fuçar, porque pouca gente lê o blog. Mas tudo bem, eu gosto que mexam (:.

Só digo que se você veio aqui para ler coisas que eu já citei no post anterior, é melhor que nem venha. Eu já vi isso como esforço para furar o guarda-sol dessa sociedade, mas é muita coisa, logo considero aqui um Despejo de Memória, portanto, a quem interessar, claro, aqui existem coisas que eventualmente podem ser úteis, o que vai decorrer de a pessoa saber processar a informação. Não é à toa que eu escrevo num nível diferenciado, restrinjo o público que pretendo atingir.

Beijos às minhas queridas leitoras,
Abraços aos leitores mais valorosos,
Boa noite aos leitores.

Att.
Tadeu Pinheiro

sábado, 3 de abril de 2010

Uma chuva na janela...

... é o suficiente para pensar na vida. O sol realmente queima demais os meus gastos miolos aos meus 99 anos de idade, mesmo que eu ainda possua minhas faculdades mentais aos 15 anos. Ok.

Esse post é limitado, uma vez que é de cunho pessoal. Resulta de um pensamento contínuo, o amor por uma pessoa muito especial. Infelizmente um outro cara "pegou" essa pessoa. É, odisséia clássica. SimCity 10000 no ouvido para despertar, get up, coloca calça, camiseta e tênis Nike falseta, pega a Republic Vix à tiracolo, enfia o celular no bolso, bebe o leite rapidamente, escova a surrada e zuada dentição, pega a chave e põe-se ao caminho. Este cidadão também chega a um ponto de declive, ao olha para cima coloca um pé, para depois avançar com o outro, e jogar toda a corrente sanguínea ali, aqui, trabalha um músculo, enquanto isso os carboidratos se queimam, a força mental se divide, controles cerebrais. Até que enfim ele diz:
- Ufa, cheguei.
Não pára por aí, parecendo um coqueiro pós-chuva, joga seu corpo numa cadeira.
Após estar um pouco mais aceitável desce em direção ao atrium, encontra a pessoa especial. Dói no coração ter que conviver com uma combinação estranha, esquesita. Sabemos que isto não é de longo prazo, mesmo assim corta o coração.

O que resta é olhar para o mundo e matutar onde chega a sociedade, as pessoas e também você mesmo. A música que começa a tocar na Alpha bem quando eu estava escrevendo esse texto: Pais e Filhos, Legião. haha, interessante, me deu uma força ao escrever o post.

Agora, um beijinho para as minhas queridas leitoras...
Um abraço aos manos, manos leitores e leitores
Cumprimentos a quem passa aqui pela primeira vez, convido a ler os outros posts.

Att.
R. Pinheiro

domingo, 28 de março de 2010

Pronunciamento de Número 0002 (No tocante a temas do blog)

É, esse blog é o típico "multi-purpose"... Serve tanto pra publicar pensamentos, como para tornar públicas algumas emisses que pairam sobre a minha pessoa (Não, eu não sou emo, foi apenas uma figura de linguagem). Daí eu sei que tem gente que não suporta ler textos de sociologia a noite, bom, de facto, ninguém com a cabeça no lugar aos 15 anos de idade tem paciência de ler. De escrever então.

Agora, sugiram pelo meu caro MSN ou E-mail, o que vocês esperam que eu escreva no blog? "Drogas, Sexo e Rock'n'Roll"? "Baladas da 'naith'"? "Mundo melhor"? "Variantes sobre coisas de amor que todos já sabem"? Gente, se o meu blog tem que parecer com outros 500.000.000 existentes, então por que eu tenho que mante-lo? Só para ser mais um no couro dos contentes, repetindo feito Arara de Piaçaguera tudo o que me falam ao ouvido. Não, meus amigos leitores, definitivamente:
NÃO.
Eu estou aqui para escrever coisas que pessoas normais não falam, e ainda bem!

Att.
Pedro T.R.P.

Do entardecer de uma Sexta ao raiar do sol de uma segunda...

... é o tempo que levamos para pensar na vida, se não trabalhamos ou estudamos no fim de semana. Mas este tempo está se reduzindo, perdemos tempo com coisas que fingimos que estamos fazendo com algum fingido propósito. Como dizem alguns versos da música "Ouro de Tolo" de Raul Seixas:

"Saber que é humano
Ridículo, limitado
Que só usa dez por cento
De sua cabeça animal...

E você ainda acredita
Que é um doutor
Padre ou policial
Que está contribuindo
Com sua parte
Para o nosso belo
Quadro social..."


De qualquer forma, é difícil... Precisamos muitas vezes nos agarrar em ideais para que a nossa vida ganhe um sentido, mas a realidade é refletida nesses versos, e essa é geralmente a preocupação de Filósofos que estudam a vida das pessoas, tais como os pensadores gregos que tanto conhecemos (Platão por exemplo).

Antigamente as pessoas faziam algo em nome dos deuses, para que garantissem a sua salvação, hoje, parece não se diferir muito, as pessoas fazem algo para o bem do mundo. Mas não são coisas grandes como antigamente, e da mesma forma não se produz mais pensamento. É meio triste ver as coisas por esse lado, mas sinto realmente que rumamos para o fundo do poço.

Cada vez coisas mais chinfrins substituem coisas que já eram ruins, a TV substitui a religião, a crença de um mundo melhor substitui a religião também. Sinto que trabalhamos mais por nós mesmos, afinal se isso é combinado de liberalidade, cada um faz o que considerar a sua parte. Religião, infelizmente, é fundamental, para uma civilização existir, as pessoas precisam acreditar em algo, não é a toa que todo os os Impérios e Civilizações tiveram religiões.

É, religião é isso, ruim com ela, pior sem ela. Afinal, veja você um exemplo simples: Se te dissessem que você seria salvo eternamente por tirar 10 numa prova, você teria mais incentivo para tirar 10, não? Então, é isso. Em grandes tarefas isso realmente representa um grande empurrão. Não fosse isso, não haveriam pirâmides, por exemplo.

Quero ver se a TV supre isso! Valores difundidos na mídia, contradições, sofismas, "pessoas esclarecidas". Em suma: Tempos esquesitos, não uniformes, até a pessoa com a menos valida opnião pode botar a boca no trombone. Mas essas pessoas teriam que saber do que estão falando, mas na maioria das vezes são dirigidas. Esse é o tenso da questão. Quem não tem poder de dominar, acabará sendo dominado, fator básico da humanidade.

É, puro desencargo de consciência, eu precisava colocar aqui isso, algumas coisas aqui até podem estar erradas, mas não há pensamento que não possa ser melhorado.

Boa noite para os leitores, e um beijo para as leitoras!

Att.

Pedro T.R. Pinheiro

sexta-feira, 19 de março de 2010

Interclasses FAIL

Hoje jogou 1ºB x 3ºB do Ensino Médio. Minha sala é o 1ºB. O jogo terminou 2x0 para eles. Podia terminar por aí, do tipo: pronto, perdeu. Mas o que aconteceu foi um erro de tática, planejamento. O 3ºB balanceou jogadores de porte pesado com jogadores de habilidade, sem contar que mesmo os mais "fracos" já eram suficientes para derrubar em sequência vários dos nossos jogadores.

Não entendo muito de futebol, mas não é preciso ser nenhum especialista para notar que o ataque do 1ºB era fraco demais em termos de porte, força. Alguns dos nossos jogadores podiam ser rápidos, mas isso de nada adiantava se o ataque deles vertia em uma defesa fechada e forte. Num jogo de poucos componentes é necessário que o jogador tenha porte suficiente para desempenhar ambas as funções. Enfim, há mais um jogo, contra o 3ºA, se a sala não corrigir esse problema, corre um sério risco de perder, ainda mais sendo o 3ºA a sala que levou a taça Interclasses do Colegial em 2008 e 2009, nada me faz crer que perderiam esse ano, ainda mais com uma torcida que empurra o time. Mas a essperança é sempre a última a morrer.

domingo, 14 de março de 2010

Como é difícil...

De novo, falar da papelada que tá cercando o meu meio...

Depois de providenciar devidamente um pacote de almaço, é fazer os trabalhos. Porém, muito relutante, ainda sim. Acessei a porcaria do site do Porto União hoje, e os inúteis não tem os dados de tarefas, a lista está VAZIA!!! Ok, presume-se: Não há tarefas. Daí foram me avisar as 10 do que era para fazer mais ou menos. Ou melhor... As 9h... As 10h eu estava procurando ainda. Ótimo, são 11h30 agora. Tenho a notícia, e minha impressora dá problema com moeda presa, depois problema de conexão. E ainda por cima, o trabalho é para amanhã. Infelizmente eu não vou entregar, mas vou postar aqui no Blog o trabalho. Não dá para trabalhar nessas condições.


A Melissa não imagina a falta que ela faz ¬¬'

O jeito vai ser expllicar ao Demetrius que não deu para terminar essa tarefa hoje. Se fosse por e-mail, coisa que já existe a uns 40 anos, eu já teria enviado o trabalho e o pouco texto que tinha que ser escrito... Mas tem que ser em almaço, porcamente feito, e ainda queimando células cerebrais com a escrita.

Bom... Não dá.

Vou tomar um banho, talvez volte a escrever aqui depois...
Beijos ás leitoras...
Abraços aos leitores...

Att. PrP
http://twitter.com/prppedro

sábado, 13 de março de 2010

Ferida que dói e não se sente...

Os ventos do monte mais alto de minha consciência corroem rapidamente por meio da erosão as rochas do topo, de modo que esse movimento crie os caracteres de ação de uma pessoa. Muita coisa mudou nesses últimos tempos, porém a direção (pelo menos neste caso particular) caminhou em dois caminhos opostos: chance versus sentimento. O afastamento certamente decorre da forma diferente em que o pensamento roda neste recinto. Provavelmente ele grava informações basicamentes importantes numa fita K7, ao passo de que outras mentes guardam dados inúteis em Blu-ray (Exemplo Tosco, ignore it). Os tempos mudaram, são vazios, não há mais preocupação, responsabilidade, as pessoas se sentem cada vez mais livres, se aproveitando da liberalidade dos tempos para soltar a falta de noção. A internet só colaborou para isso.

Inclusão digital mal feita, preocupações com BBB (Que não acrescenta nada, a não ser assuntos vazios que complementam o espaço de mentes igualmente vazias dizendo respeito a outros cabeças vazias), novela (Que não condiz com a realidade). Vejo gente transformando isso em cotidiano, isso corroi de uma forma a sentir uma brutal inutilidade por não saber o inútil.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Texto Confuso I (Issued March, 12)

Tô afim de ver a ladainha central, agora, ou seja, um texto resultante de uma anotação mental, se você se perder nele eu não me responsabilizo... Afinal não existe caminho certo ou errado, e sim uma série de improvisações mentais para chegar à um objetivo. Usamos 10% da nossa capacidade mental, geralmente, isso não quer dizer, porém, que ela não possa ser melhor aplicada. Por mais que isso pareça difícil, algumas poucas pessoas, conseguem usar o poder mental para ilusionismo. Segundo um professor de Filosofia meu, que já foi frade franciscano, certa vez, Quevedo havia dado uma aula enquanto ele ainda estudava para se tornar monge, então Quevedo colocou uma agulha na pessoa que se candidatou a ir até o palco, e com a agulha trespassada no braço da pessoa, ele conversou normalmente, e a pessoa nem sentiu dor alguma, e melhor: quando a agulha foi retirada, não restara nem um buraco.

Por que não tentarmos usar essa capacidade mental, ampliar um pouco essa porcentagem... Quem sabe não possamos ser mais fortes mentalmente do que usando nossos músculos?

Reeeeetornando... Poderiamos utilizar essa força, não de forma agressiva, defensiva, etc... Mas sim como uma interessante ferramenta para melhor comunicação com as pessoas, você acaba por se ter um poder de oratória mais forte.

Ninguém entendeu... Mas foi só para soltar o que tava preso na cabeça.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Fichamento de um dia...

É, voltei com os posts reflexivos. Escrevo-os aqui no blog porque nesse momento não tem ninguém para encher no MSN. Bom, voltaram as aulas já faz quase 2 meses. Mas acontece ali uma palhaçada. Nessa semana, eu vi a menina que eu gostava no ano passado (Preste atenção no pretérito), se agarrando com um cara que acabou de entrar no colégio (O Bahia). Ah, pior... Todo mundo me pede coisa emprestada, inclusive um cidadão ali da frente. Mas quando é para rachar um Halls, ou algum tipo de refrigerante, nada... Então não é amigo, certo? No CPU, 99% dos que dizem ser "amigos" são interesseiros de plantão, e de verdade mesmo, não tem nenhum no CPU. Alias, tem até alguns, mas não sei se é gente que você conversa e entende você.

O pior ainda é quando você tenta se enturmar, agora tem uma frescura na sala: "Pedir para entrosar"... , eu dúvido que esse bando de imbecís que criou essa brincadeira idiota saiba o que quer dizer essa palavra. Qual é oróximo passo? Cartão entrosamento? *--- Você tem que ter um para falar com as pessoas?

Você está lá, se sentindo um lixo, todo mundo só te chama pra te zoar. Agora nas melhores, nada. Ano passado, teve um certo aniversário que convidou todo mundo, e não tinha convite no meu nome. Tá, ano passado... Mas o que faltou esse ano? Joy? Você chega, as pessoas saem. Eu acho muito legal que eu tenha quem fale que eu sou fofo e tal, me manda mensagens, me liga no colégio. Mas como acharia ótimo falar com as pessoas sobre assuntos que realmente interessam e sem ter que "pedir para entrosar".

Eu iria além, mas eu não vou citar nomes, então que pare por aqui.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

"Tecnologias" de Sala de Aula

Eu sei que ninguém segue mais esse espaço, mas beleza.

Enfim, se alguém chegou aqui, foi provavelmente pelo link no Twitter. Bom, eu começei o ensino médio esse ano, pode-se dizer então que eu não estava acostumado, afinal, o Ensino Fundamental é uma mordomia só, kkk... Enfim, por mais que eu não esteja acostumado, tem algumas coisas que não dá para entender, como os tiques de alguns professores de passar trabalhos em almaço. Oras, a tendência de todo aluno com trabalho manuscrito (O que já é um inferno, e totalmente dispensável), já faz no papel fichário, sem precisar gastar cuca com isso.

E outra, almaço... Eu tive que ir na (com desculpa da expressão, claro) PQP para buscar almaço. A meu ver isso é invenção de jerico, tique de professor que não tem mais com o que implicar.

Bom, segundo ponto, manuscritos. Já é odiável. Todo mundo sabe que estamos no Ensino Médio e que é uma época do Ctrl+C e Ctrl+V. Ótimo, se essa é a justificativa para trabalho manuscrito... Boa, champz! /ironia. Quem quiser copiar da Web, vai copiar mesmo no manuscrito. Eu, por exemplo, não mentirei, copiarei um trabalho da internet, e não faria isso se fosse digitado, afinal, é muito mais fácil escrever no OpenOffice, editar do jeito que quiser e beleza. Nãããão, não pode... Tem que pegar e escrever no papel. Eu entendo que é importante escrever a mão, mas já passamos o fundamental todo fazendo isso, e o 9º ano eliminaria isso gradualmente, pra que? Para o Ensino Médio retomar? Ora, pois. A exemplo, tomo a Melissa, nossa querida ex-professora da Geografia, que aceitava trabalhos por E-Mail, salvo excessões, ainda assim, se fosse bem conversado, ela aceitava. Acho que ser linha dura não ajuda o professor a "ser mais sério".

É para pensar, sabe...

Falou.
Att. Pedro

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Sumi... =\

Fazia tempo que esse espaço tava encostado... Afinal, não tinha muito o que escrever aqui, sem contar, que eu tô uma porcaria para escrever sobre política. Mas qualquer coisa, é só acessar mew Twitter: http://twitter.com/prppedro... Há também um Twitter específico da U20C: http://twitter.com/u20c, enfim, não é específico, mas como a U20C foi quem me inspirou para desenvolver coisas para o jogo, ela batizou o blog (É, há um blog também: http://u20c.blogspot.com/). Abraços à todos.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010



Tudo não passou de um susto

Portanto o Pronunciamento de número 0001 foi revogado, mais notícias no próximo boletim sobre trilhos! Aguarde...

Feliz Ano Novo

Faz um mês que eu não posto aqui, mas como eu tenho mais coisas inúteis à fazer, eu fiquei sem postar, mas eu não esqueci dos poucos leitores do meu blog, Feliz Ano Novo para vocẽs :)

Pronunciamento de Número 0001

Direcionado à uma pessoa em especial.

Gostaria de primeiramente dizer que sou um grande amigo seu, que desde o início dos tempos tenho um carinho especial por ti e sua grande inteligência. Do fundo do meu mofado peito, nunca pensei que esta inteligência não processaria um dado importante, o qual deixou passar batido com uma facilidade grande. Alerto, grande amiga, que segues um caminho errônio, e que com certeza te fará passar pela mesma situação ruim que se sucedeu a este ano. Gostaria de acreditar que isto é apenas experimental. Tudo o que já foi dito, apresentado, não tem mais valor? Renega o que foi dito em nome de algo que não te conduzirá a nada, além de mais prantos?

Repense, reflita, pare, olhe e escute!

Um franco abraço de seu amigo!
Rodrigues Pinheiro

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Abandono dos Trólebus

Escrevo sobre algo que considero muito triste. Talvez uma das maiores judiações do transporte público em Sampa City. Trata-se do sucateamento de trólebus e redes aéreas. Hoje São Paulo é uma cidade com 12 milhões de habitantes, dos quais 6 milhões são donos de carros poluidores. E ainda sim temos a camada que utiliza o transporte público, que se também não ajuda quanto a lotação e comodiade, também não ajuda na redução da poluição... Pra ser mais realista os empresários de transporte está pouco se ferrando pra isso.

Na década de 40 chegaram os primeiros modelos de trólebus (Brill, se não me engano) e começaram a operar em linhas como Machado de Assis, Gentil de Moura entre outras, inclusive Aclimação, que tem a rede mais antiga de São Paulo. Alguns desses lugares são tradicionalmente servidos apenas por trólebus à anos, não seria justo se ficassem sem. Da mesma forma não foi quando desativaram os serviços para a Zona Norte, Santo Amaro e Butantã, lugares em que a rede existia tradicionalmente a bastante tempo (Vide Rua Algusta).

O argumento para a retirada dos trólebus nesses locais são desprezíveis, como por exemplo o problema da Alavanca de Contato, que cai com bastante frequencia... Isso pode acontecer: Porque o motorista é ruim, ou o a via está mal conservada. É deve treinar motoristas, assim como é dever do estado zelar pelas vias públicas, não só por causa dos trólebus, mas por causa de qualquer veículo, que se beneficiaria com uma via bem conservada.

Outras vantagens são a não poluição, barulho reduzido, devendo-se ao fato de a reação elétrica ser mais silenciosa que a explosão alimentada à Diesel Pesado. Tudo isso eu li num site muito interessante, que defende a instalação de corredores com Trólebus. É o Respira São Paulo:

http://www.respirasaopaulo.com.br/






Mas não termina por aí... Sob tais desculpas de que os trólebus eram um transtorno, eles foram suprimidos... Até aí tudo estaria "normal", se não fosse pelo fato de eles começaram a ser abandonados. Alguns estão virando metal enferrujado em vários depósitos por aí. Inclusive um Mercedes comprado na década de 90, assim como os tradicionais antigos, que estão apodrecendo. Graças a prefeita marta suplicy (cujo nome vai em caixa baixa, pois não merece nenhum respeito), estamos hoje com uma frota reduzida e também poucas linhas. Lugares em que o trólebus existia a bastante tempo, como Santa Cruz ou Mandaqui, tiveram linhas suprimidas. Isso é um crime. A marta é uma criminosa. É necessário que mais de uma pessoa de manque disso.

Att. Pedro Pinheiro

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Twitter?

Algumas coisas desse últimos tempos:
- Terminaram as provas, fiquei com 8 de Matemática... A prova tava fácil e teve gente que conseguiu tirar 4,5 à 2,75...
- Queimei uma ventuinha... Pra variar tive que socar uma de um Pentium 4 no meu computador.
- Sexta tem festa no colégio, não comprei nada, hoje é quinta, perdi o especial do Raul Seixas por que tive que ficar consertando a porcaria do PC da minha mãe.
- Tô com sono, mas não com vontade de dormir.
- Há 3 vias, 2 ocupadas e uma distante.
- Cadê o centro velho? Será que tá no meu boslo???
- Cadê o ônibus para voltar pra casa? Será que tá na garagem? OMG
- O que dizer para alguém que diz que o Sudeste é um estado?

Esse mundo tá perdido...